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Ana
Manuela
Bem a minha historia começou quando eu tinha dois anos de idade.

Os meus pais nao sabiam o que eu tinha, comecei a emagrecer muito, nao tinha força para segurar a minha cabeça, deixei de caminhar de repente.

Foi entao que os meus pais me levaram para o hospital ela no primeiro hospital nao tavam a descobrir o que se passava, tive quase a beira da morte, os meus pais ja não sabiam o que fazer, o meu pai foi falar com a director do hospital e ele disse que tinha que haver uma soluçao de eu estar assim, foi então que foi enviada para coimbra-portugal, lá fizeram me um montes de exames e descobriram que eu era ceíiaca, foi então que tudo começou a melhorar muito mais, e agora tenho 19 anos e sei que sou portadora da doença celíaca...

 

   


Gisele
Meu nome é Gisele, sou de Tubarão SC.

Descobri que sou celíaca em fevereiro de 2006 aos 45 anos de idade.
Umas das razões que levou o médico a pedir o exame é devido ao fato de estar tendo crises consecutivas de diarréia, vômito e excessiva magresa além de dores abdomonais. Não conseguia me alimentar pois tudo fazia mal.

Aos 5 anos de idade foi qdo tive minha primeira crise que além da febre, sentia o lado direito totalmente dolorido, e mal conseguia colocar os pés no chão. Pela característica, parecia apendicite aguda onde cheguei a vomitar bilis pura. Depois de me medicarem, durmi e qdo acordei, já não tinha mais dores.

Possuia os dentes de leite todos manchados de marrom, muitas aftas em toda a boca que muitas vezes dificultava na hora de me alimentar. Como sou prematura de seis meses e 20 dias, alegava-se que os dentes eram desta cor devido aos antibióticos que tomei em grande quantidade.

A medida que crescia, tinha crises espaçadas, que aos poucos foram diagnosticadas como de fundo psicológico, pois eram feitos exames e nada aparecia, porém não o exame específico de doença celíaca. Meus pés e mãos eram extremamente pequenos e tinha estatura baixa comparada com minhas irmãs, atualmente calço sapatos tamanho 33,34 e tenho 1,63m de altura. Entrei na menarca aos 17 anos e aos 23 comecei a emagrecer e ter anemias. Me sentia debilitada, mas considerava isso normal, já que sempre me senti assim. Aos 26 engravidei e consegui amamentar minha filha até os 11 meses. Aos 30 anos comecei com anemias severas onde o hematócrito chegava a 23, 25 . Depois de vários tratamentos com Nuripurum e internação para tratamento intensivo, tirei o útero aos 35 anos de idade onde foi constatado um mioma. Já aos 38 entrei na menopausa. Outro detalhe é em relação à fraturas e torções que ocorriam com certa facilidade. Os dentes começaram a ficar frágeis e com isso muitas cáries surgiram, tratamento de canal, etc mesmo com todo o cuidado na higiene. Hoje sei que isso se deve a osteoporose e a osteopenia, uma das sequelas do diagnostico tardio.

Aos 40 tive que fazer uma cirurgia de emergência por causa de uma obstrução intestinal. Comecei a ter as crises com maior frequência até que o médico começou a suspeitar que era doença celíaca. Então fizemos os exames e o diagnóstico foi feito. Comecei a dieta só que não foi feito o exame para a lactose e continuei tendo crises cada vez mais violentas ao ponto de desmaiar, de não conseguir mais comer, pois o estômago não aceitava mais comida alguma. Em julho de 2006 foi feito o exame depois de muita insistencia minha e foi constatado a intolerância. Hoje sei que é alergia a lactose, pois não consigo sequer tomar algum comprimido que tenha leite em sua composição que tenho reações violentas de vômito e diarréia. O médico que cuidava de mim não sabia mais o que fazer, então decidi procurar um clinico geral e acupunturista que é também naturalista. Ele recomendou uma dieta especial pois estava totalmente desnutrida, não conseguia mais andar, nem comer. Foi recomendado uma desintoxicação com água de arroz durante um dia intercalando com água morna adoçada com mel para repor as energias. Fui sendo alimentada com pequenas porções de arroz em papa de 2 em 2 horas e aos poucos foi sendo inserida carne de frango nas sopas, isso nas 2 primeiras semanas de tratamento. Levou 3 meses até eu conseguir voltar ao "normal". O aipim foi o alimento que me deu muita energia. Em final de outubro voltei a trabalhar. Percebo que tenho altos e baixos ainda, pois há dias que sinto fraqueza, mas acredito que tudo vá se normalizar a medida que o tempo passar e o corpo se refazer completamente. Em outubro de 2009 tive que fazer mais uma cirurgia de retirada da vesícula e atualmente percebo uma melhora acentuada na minha qualidade de vida. Na minha familia atualmente somos em 3 celíacos e 2 em fase de observação devido aos diagnóstico não ter sido conclusivo.

Agradeço a Deus por ter descoberto o que tinha e principalmente por estar viva ainda.

Gostaria que a classe medica se voltasse mais para as pesquisas e correto diagnóstico dos pacientes celíacos. Muitos duvidam que exista alergia a lactose. Alguns chegam ao ponto de rir e debochar dizendo que é frescura. Outra coisa também é que não há um levantamento da quantidade de pessoas com doença celiaca e com alergia a lactose ou intolerancia por parte dos laboratórios , hospitais ou pronto atendimentos.

Um abraço

   


Juliane
Fazem onze anos que descobri a DC,

Há tempos atrás era muito mais dificil do que hoje o diagnóstico, perdi mais de vinte quilos, com crises de vomito e diarréia, até descobrir a DRA. Lorete aqui em Curitiba, foram seis meses de exames entre tansito intestinal, endoscopia com biópsia, etc;

Naquela época também não existia a regra de todas as embalagens viessem descriminados CONTÈM GLUTEN, hoje temos as associações, que nos ajudam mais ainda.

   


Karin
Minha história não foi tão difícil, mas vou contar como descobri a DC.

Final de 2006 apareci com uma anemia. Fui numa hematologista e ela me passou vários exames, entre eles endoscopia, com biópsia do intestino. Eu sempre fui magrinha, mas na época eu estava bem mais q o normal (com 42 kg) e estava fazendo dieta com uma endocrinologista, mas nao conseguia ganhar peso. Mas só tive esses dois sintomas mesmo. Se eu comer, acidentalmente algo com gluten, eu nada sinto.

Todos os exames foram normais, a nao ser o fato de continuar anêmica e algumas suspeitas na endoscopia (as suspeitas eram de Doença de Chron, D. Celíaca, linfoma ou algum tipo de verminose).

Sendo assim, já nem voltei mais na hematologista. Fui direto na gastro, no Hospital Português. No dia q fui a ela, peguei o resultado da biópsia e estava constatado...DC.

Minha médica, conhecia a DC e me passou os outros exames, como anti-endomísio e gliadina. Tudo confirmou a intolerância ao glúten. Comecei a fazer a dieta e nunca mais parei, uns dois meses depois ja nao tinha mais anemia e nos meses seguintes recuperei meu peso. De lá pra cá, vou na minha gastro de 6 em 6 meses, faço exames e tudo está bem.

   


Luciana
Descobri a DC em 1998 quando já tinha feito centenas de exames.

Na época estava pesando 45kg,com dores abdôminais,diarréia frequente,anemia profunda,ácido fólico baixo e ausencia de ferro. Fui internada e encaminhada a um gastro que me passou o diagnóstico pelos meus sintomas.

Fui encaminhada para uma nutricionista e fiz a dieta durante dois anos. Melhorei e ganhei peso uns 50 kg só que durante o tratamente os médicos acharam que esta doença era passageira e me disseram que eu poderia voltar a comer glúten foi o que fiz pois nesta época ñ se tinha muita informação sobre a DC.

Passei a consumir glúten passava mal e parava mais continuava durante este periodo comecei a emagrecer novamente voltava ao médico e nada.O tempo passou e em 2004 resolvi marcar outro médico nesta época já estava pesando 47 kg ele passou muitos exames me orientou a refazer a dieta e marcar uma nutricionista e um hematologista pois estava muito anêmica. O diagnóstico também foi pelos sintomas. Hoje estou com 55 kg faço a dieta isenta de glúten e de 6 em 6 meses consulto os médicos que estão me acompanhando.

   


Márcia
Sou mãe de uma adolescente de 15 anos que também é Celíaca.

Na verdade sofro mais que ela. Minha filha, que é um exemplo, recebeu a notícia da doença com muita tranqüilidade aos 13 anos de idade e controla sua alimentação com total seriedade.

Não deixa de freqüentar nenhuma festa, vai à pizzaria com as amigas, porém, antes janta em casa e sabe controlar os impulsos.

Estou dando esse depoimento para que outros adolescentes não se sintam tristes e nem deixem de freqüentar festas, pois é possível ter uma vida normal sem glúten.

   


Penny
Descobri a DC há 7 meses.

Na verdade os unicos sintomas que tive foram o emagrecimento e a anemia. Minha anemia nao era tao grande, mas os médicos nao viam motivo para estar anemica. Eu nao sentia nada e até hj, se por acidente ingerir gluten continuo sem sentir.

Fui a umas 3 hematologistas e a ultima me passou uma bateria de exames, entre eles endoscopia. Com a biópsia descobri que era celíaca e assim fui para uma gastro. Minha gastro é ótima, conhece bem a DC e pra confirmar ainda mais a intolerancia, ela passou os exames anti-gliadina e anti-endomísio e mandou q suspendesse o gluten da minha alimentação.

Assim eu fiz, desde lá ja nao como nada q contenha gluten. Ja adquiri 5kg (no inicio da DC eu estava com 42kg) e ja estou boa da anemia.

   


Rosana Novaes
Minha filha Beatriz de 7 anos, acaba de descobrir que tem a doença,

Estou em fase de adaptação na alimentação, Beatriz é uma criança com a cabeça ótima, conversei com ela abertamente expliquei que a vida dela teria dado uma mudança e assim de tudo teria que ter a participação dela, eu e o Pai iremos ajuda-la, mais a participação dela é fundamental.

Ela chegou numa consulta com a Dra. Vanessa Jacobina devido a um necessidade enorme de beber água, pois estava com a garganta sempre seca, ela pediu um ered deu normal, aí passamos para a endoscopia que foi aí que foi descoberto e para surpresa de todos, pois segundo a Drª. não teria sintomas nenhum até a revisão de laminas foram feitas até que confirmada. E a partir daí vida nova pra nós!

   


Susana
Chamo-me Susana tenho 30 anos. Sou portuguesa.

Sempre fui muito sensível...desde sempre qualquer coisa me fazia ter diarréia...mas pensava ser só mais sensível.. vivia cheia de aftas enormes, os médicos até estranhavam serem tão grandes .Há 4 anos fiquei muito mau não consegui controlar a diarréia, só comia chá com torradas e ficava péssima. Recorri ao médico e os exames estavam normais, só tinha anemia..ate que fiz o exame de fezes,e o valor das gorduras estava 3 vezes acima do normal. Os médicos disseram que era insuficiência do pâncreas, nesta fase eu pouco comia, só chá, carne, peixe e arroz e então fiquei bem. Mas o médico disse teria comer normal para subir anemia, e daí pouco tempo depois voltei a ficar mal.. Não entendia o que era..
Uma nova opinião médica levou-me à DC ! Depois da dieta fui melhorando progressivamente ,perdi 15kg em dois meses ate estabilizar ...Não suporto glúten, nem nada lácteo. Não é fácil descobri aos 30anos e depois de tantos anos ... agora concluo que sempre o fui, não era uma questão ser sensível.. uma noite fui para ao hospital em plena adolescência, vomitando bílis há horas..Tinha dores insuportáveis do lado direito, suspeitaram se apendicite ..Mas de manhã já não sentia nada. Hoje penso que foi a minha Dc se manifestando verdadeiramente a primeira vez...sempre fui magra,com abdômen grande, mas muito alta...Nunca ninguém desconfiou.. ninguém...

   


Ana Luci
31 Anos
Me chamo Ana Luci e tenho 31 anos. Desde pequena eu apresentei os sintomas.

Mas só foram descobrir quando eu já tinha 4 anos de idade. A minha adolescência não foi traumática porque acabei me habituando com a dieta mas, o mesmo médico que descobriu minha doença, pediu - me para que tentasse comer e ver como meu corpo reagia...

A priori eu achei que estava bem e sai da dieta mas não de maneira total porque eu me habituei a não gostar de pão, pizza, bolacha. Então aos 20 anos apareci com problema de tireóide, primeiro hipertireoidismo e depois hipotireoidismo.

Agora moro em Paris quero me inscrever na associaçao dos celiacos daqui para ter um acompanhamento com uma nutricionista q me passe uma dieta equilibrada com o q eu posso comer. Mas acho q o primeiro passo e aceitar a doença mas tambem concordo que uma ajuda psiquiátrica ou psicológica é importante . ...Tudo tem trigo, chocolate, iogurte...é dificil...mas com a dieta somos iguais a qualquer um."

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