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Esta página contém uma série de perguntas e respostas que são comumente questionadas pelos pais das crianças à Pediatra. Está dividido em categorias para facilitar sua consulta. É importante que fale com seu pediatra antes de utilizar qualquer recomendação que aqui surgir.
   
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O que é a doença Celíaca?

Essa doença vem desafiando o conhecimento científico há muito tempo devido à sua apresentação clínica variada, que abrange desde sintomas leves e pouco específicos - como uma criança que não ganha peso - até uma síndrome clássica de má absorção intestinal em um paciente desnutrido. "Como se não bastasse tamanha variedade clínica, há ainda os casos completamente assintomáticos, que causam enorme polêmica a cerca dos reais benefícios de uma dieta sem glúten", afirma a nutróloga, Ellen Simone Paiva, diretora do Centro Integrado de Terapia Nutricional, Citen.

Trata-se de uma doença de causa ainda indefinida, mas com influências genéticas, dietéticas, imunológicas e hereditárias bem definidas. Sabe-se que a doença é desencadeada por intolerância do organismo às proteínas do glúten que causam lesões à parede intestinal e, que, em última análise provocam uma dificuldade na absorção dos alimentos. As paredes internas do intestino delgado possuem vilosidades que são como "braços", responsáveis pela absorção de macronutrientes como proteínas, carboidratos e gorduras, e micronutrientes, como vitaminas, ferro, cálcio, dentre outros. Quando uma pessoa com doença celíaca ingere alimentos com glúten, essa proteína, ao chegar no intestino, estimula a produção de anticorpos, principalmente as imunoglobulinas do tipo IgA. Os anticorpos atuam sobre as vilosidades do intestino que se atrofiam e vão deixando de desempenhar a sua função de captar os macro e micronutrientes. "Como resultado, os nutrientes não absorvidos são eliminados com as fezes e o organismo fica privado de seus nutrientes básicos, tornando-se desnutrido com o passar do tempo", diz a médica.

A prevalência da doença celíaca na população, em geral, é de 1%, mas é muito maior em pacientes com doenças auto-imunes como o diabetes insulino-dependente, a tireoidite de Hashimoto, a artrite reumatóide juvenil e a hepatite auto-imune. Também é mais prevalente nos pacientes com Síndrome de Down e nos que apresentam doenças inflamatórias intestinais. Esses achados indicam a validade de testes laboratoriais mais específicos na investigação da doença celíaca nesses grupos de pacientes.

A doença geralmente manifesta-se na infância, entre o primeiro e o terceiro anos de vida, quando há a introdução de cereais na dieta, embora possa surgir também na idade adulta. "Hoje, o que é possível afirmar é que alguns fatores predispõem uma pessoa a tornar-se celíaca. O primeiro deles é a herança genética. A incidência em parentes de primeiro grau é de 30% e a patologia tem uma incidência duas vezes maior nas mulheres do que os homens", informa Ellen Paiva.

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